sábado, 11 de dezembro de 2010

Relapsos

Os lapsos nos protegem.
Muitas vezes pensamos que nossos atos falhos servem apenas para nos fazer pagar grandes “micos”, e vez por outra enrubescer.
Um desses atos falhos quase me impediu (eu quase me impedi) de viajar…
Contudo não poderia evitar o inevitável.
Um grande sofrimento…
Reencontrar aquilo que mais o feriu, que mais marcou, e ainda marca e fere.
Expectativas…
Frustações.
E perceber que não está nas suas mãos mas nas do outro.
E o outro é imprevisível e sempre fala por metáforas e sinais… todos falamos.
Não importa o que eu faça, isso em nada muda a situação ou a empolgação desse maldito outrem. Cantadas frouxas, cantadas sujas.
Frases soltas.
Casamento em 2020…
Eu bancando o palhaço.
A família reunida.
Festa, outras cantadas, outros olhares… atraente…(sem falsa modéstia).
Dia seguinte, agrados, presente… abraços, molemente se enlaçando em mim.
Nada.
Resisto.
A contra gosto.
Nem sei o que faço.
É muito feio alguém da minha idade chorar?
É um choro de fracasso, como perder a corrida… e eu tinha carro? estava na competição afinal?
Nada.
Adversários desconhecidos…
Sempre na volta final eu morro.
E desclassifico.

Sua indisponibilidade corrói minhas defesas… mais uma vez fiquei doente…
Fazendo o corpo pagar pela doença do coração.

Extraído do blog: indelicadezas.blogspot.com

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Feriadão em família

O que é Ética?


Álvaro Valls começa seu discurso em relação à ética com a seguinte frase: “A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar quando alguém pergunta”. Em seguida se socorre de estudos filosóficos e até teológicos para tentar elucidar tantas dúvidas a respeito de um tema tão complexo.
As questões éticas convivem conosco diariamente e costuma-se separá-las em dois campos: num, os problemas gerais (como liberdade, consciência, bem, valor, lei e outros); e no segundo, os problemas específicos (ética profissional, política, sexual, matrimonial etc.). É um procedimento didático ou acadêmico, porque na prática eles não vêm assim separados.
Existe ainda outra temática especificamente ética merecedora de atenção: A cultura e os costumes mudam no decorrer do tempo e o que era errado, hoje pode ser considerado certo. Porém, a equação não é tão simples assim. É claro que a ética precisa ter uma função descritiva, preocupando-se também com estudos de antropologia e semelhantes, os costumes das diferentes épocas e lugares. No entanto, só há registros do comportamento humano, dos últimos milênios, embora o homem já esteja por aí há muito mais tempo.
Só chegaremos a descobrir qual é a ética vigente numa ou noutra sociedade, através de documentos não escritos ou mesmo não-filosóficos (pinturas, esculturas etc.). Não são apenas os costumes que variam, mas também os valores que os acompanham, as normas, os ideais, a sabedoria, de um povo ou de outro.
Na Idade Média, por exemplo, duas vertentes se chocavam: o incesto (até o sétimo grau) era pecado mortal, mas como a maioria era analfabeta e ignorava a genealogia, ficava fácil para os nobres casarem-se e descasarem-se com quem bem entendessem até conseguirem o seu filho varão, por causa da linhagem, do nome, da herança. Hoje, teríamos de nos perguntar qual a importância dessa regulamentação ética, numa época de capitalismo, onde a maioria enriquece ou empobrece exclusivamente por seu esforço pessoal. Então, não haveria uma ética absoluta? Não teria o Cristianismo trazido essa ética? Max Weber, pensador alemão do início de nosso século, mostra que essa ética não era simples e nem acessível, pois os protestantes sempre valorizaram mais o trabalho e a riqueza, enquanto os católicos davam valor à abnegação, à pobreza e ao sacrifício.
O filósofo grego Sócrates foi chamado, muitos séculos depois de sua condenação a beber veneno, de “o fundador da moral”, porque sua ética não se baseava simplesmente nos costumes do povo, mas sim na convicção pessoal, adquirida através de um processo de consulta ao seu “demônio interior”, na tentativa de compreender a justiça das leis. Este movimento de interiorização começa com Sócrates e culmina com Kant (século XVII) que defendia o agir livre do homem. Após o Iluminismo (ascensão da burguesia, igualdade entre os homens) Kant precisa chegar a uma moral igual para todos, moral que se interesse pelos aspectos exteriores, empíricos e históricos.
Legalidade e moralidade se tornam dois opostos porque agora o que temos é a “forma” do dever (leis), o chamado “imperativo categórico”, o qual tem este nome por ser uma ordem formal nunca baseada em hipóteses: “Devo proceder sempre de maneira que eu possa querer também que a minha máxima se torne uma lei universal”.
Não somente Sócrates, na Grécia antiga, foi importante para o surgimento de muitas ideias e teorias que até hoje nos acompanham; vale a pena salientar a colaboração de Platão e Aristóteles, responsáveis pela reflexão e pesquisa do que era o bem moral, embasados no contexto religioso, princípio de muitas teorias éticas. Platão pregava a imortalidade da alma e esperava a felicidade para depois da morte. O homem deveria procurar a contemplação da ideia do Bem. O homem deve desprender-se do corpo, do terreno e do mundano, para encontrar-se com o mundo ideal, imutável e eterno. Aí está o Sumo Bem para Platão. As principais virtudes para o filósofo era: justiça, prudência, fortaleza e temperança.
Aristóteles, além de grande pensador, era um psicólogo preocupado com a observação empírica, revelando seu talento especulativo, analítico e comparativo. Ao contrário da teoria platônica do Sumo Bem, a teoria aristotélica defende que os Bens variam de acordo com os seres; sem um conjunto de tais bens não há felicidade; o homem tem o seu viver no viver, no sentir e na razão.
A religião desses pensadores gregos era ainda bastante naturalista (sendo os mitológicos deuses quase personificações de forças naturais). Com a religião judaica, a questão se modifica. O Deus de Jacó não se identifica com as forças da natureza, porque está acima delas. Em relação à religião de Abraão, Jesus Cristo prega o amor, principalmente o que vem de cima: Deus.
A religião trouxe indubitavelmente, um grande progresso moral à humanidade. Porém, não se pode negar que os fanatismos religiosos mandaram, muitas vezes, a mensagem ética da liberdade, do amor, da fraternidade universal. O pensamento ético que conhecemos está, por tanto, muito ligado à religião, à Bíblia e a teologia.
Pensadores como Kant e Sartre, tentam formular teorias éticas aceitáveis pela pura razão. Já pensadores como Hegel, Schelling, Kierkegaard e Gabriel Marcel, ou mesmo Martin Buber, discutem apenas a maneira de relacionar as doutrinas religiosas com a reflexão filosófica.
Os ideais da vida ética, como podemos observar até aqui, variam muito de acordo com o espaço, a cultura, o tempo. Para os gregos, os ideais éticos estavam na busca de ideia do Bem (Platão), da busca pela felicidade (Aristóteles), na vida natural (os estóicos), na busca pelo prazer (Epicuristas). Para os cristãos, o homem tinha que viver para Deus. O lema socrático do “conhecer-te a ti mesmo” volta à tona, em Santo Agostinho, que agora ensina que “Deus é mais íntimo do que nosso próprio íntimo”; o ideal é o de uma vida espiritual. Já para a burguesia, que começava sua hegemonia no Renascimento e Iluminismo (século XV a XVII), o ideal era viver de acordo com a própria liberdade pessoal. Para Kant, a autonomia individual era critério de moralidade. Para Hegel, o ideal estava numa vida livre dentro de um Estado Livre, que preservasse o direito dos homens e lhes cobrasse seus deveres. E por falar em Estado Livre, é bom lembrar que ao falar de ética, estamos falando de liberdade. Porém, ética também lembra responsabilidade e olha o paradoxo novamente! Também não tem sentido o encaixe do determinismo nessa discussão, pois se a ética se refere às ações humanas, e se elas são determinadas de fora para dentro, onde entra a liberdade? Já o extremo oposto ao determinismo acredita numa liberdade total e absolutamente incondicionada, ou seja, poder pensar mas não poder agir. Esse é o pensamento estóico, que com a afirmação desse pensamento abstrato, penetrou no Cristianismo gerando exageros e tendendo para o lado puramente “interior”.
Para o pensador da burguesia, Kant, o ideal ético era a autonomia individual; tentando suplantar esse pensamento Kantiano o filósofo alemão Hegel, afirmava que, não é possível um ideal ético sem um Estado de direito, moderno e constitucional, onde cada um fosse livre, mas obedecendo às leis e organizações sociais – “Liberdade Organizada”.
Essa teoria de Hegel foi duramente criticada por Karl Marx. Para ele o Estado seria, de fato, um instrumento a mais de poder na mão do mais forte e não o universal harmonizador. Outros pensadores também discordaram da teoria de Hegel, como Kierkegaard (século XIX), e Jaspers, Heidegger, Mearleau – Ponty e Sartre, no século XX. Eles defendem que Hegel teria esquecido a dimensão propriamente humana e individual da liberdade, menosprezando a singularidade individual.
S. Kierkegaard, pensador dinamarquês, e grande admirador dos gregos, confrontou o pensamento grego antigo com o cristão e percebeu que para os gregos o “pecado” seria apenas “ignorância”. Afirmava, através de suas fontes (São Paulo, por exemplo), que o homem pode conhecer o bem e preferir o mal e justamente por isso, a ética estaria prejudicada. Por meio de seu livro “O Conceito de Angústia” descreve, como outros psicólogos posteriores, não só a angústia que o homem sente diante do mal, mas também a que sente diante do bem, quando preferiu o mal. Descreve também que a ética grega era, no fundo, apenas estética. A norma grega de buscar o belo e o bom se resumiria à busca da beleza, do prazer, de tudo que era agradável.
De maneira semelhante se poderia dizer que a ética medieval, na cristandade, era, no fundo, um comportamento religioso e não ético, pois ele era norteado pelos mandamentos divinos. Apesar disso, um filósofo e teólogo como Tomás de Aquino, por exemplo, dava muita importância sim à consciência moral, aquela voz interior que nos diz o que fazer de bem ou de mal.
Por mais que variem as discussões filosóficas éticas ou mesmo a situação histórica e geográfica, algumas noções permanecem arraigadas dentro de nós. A distinção entre o bem e o mal, por exemplo, o agir eticamente e de acordo com o bem etc. O que não podemos esquecer é que há de se ir além do discurso e exercitar a ética, pois ela é ciência prática e não teorica, buscando dentre todos esses pensamentos uma forma harmoniosa de viver.
Ainda seguindo o pensamento de Hegel, hoje em dia, os grandes problemas éticos seriam família, sociedade civil e Estado. Reflexões sobre o relacionamento familiar, homossexualismo, filhos e pais, a falta de trabalho, necessidade de reformas políticas etc. reforçam a atualidade não só da linha de pensamento de Hegel, mas de muitos outros pensadores antigos e pós-modernos (Adorno e Horkheimer).
Com a leitura de “O que é Ética”, de Álvaro Valls, é possível mergulhar não só em “O Mundo de Sofia” (livro que discorre sobre a história da filosofia) mas principalmente, em um campo extremamente complexo e difícil, que é a Ética. Porém, é de absoluta importância o seu entendimento, bem como seu estudo mais profundo para que tentemos administrar todas as vertentes éticas e morais subjugadas a tão brilhantes pensadores. As dúvidas existem, mas o que importa são as discussões acerca desse tema é o elas nos deixarão de perene.
Se for possível diante de todos os conceitos assimilados, alcançar um ideal ético e adequar-se a si mesmo e a sociedade, já é um excelente ponto de partida. Parece que a palavra-chave é o “discernimento” e, quem sabe, desejar sorte também ajude!

TED 1 Legislação e Ética em Comunicação
por Mônica Fraga

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Feriado prolongado na praia do sono


Feriado prolongado tem tudo a ver com praia do sono. Mais uma vez na praia e é sempre único.
Desta vez um mix de Angra, São Paulo, Caraguá, Guarujá e Santos. Sem falar do céu estrelado, fogueira, novas amizades e as várias estrelas cadentes no céu daquele lugar perfeito.

Para quem não conhece, recomendo.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Protesto Estudantil 30/09


O compromisso foi viabilizar ônibus novos e sem custo aos universitários.
O que não aconteceu. Por isso a importância de pesquisar bem em quem votar.
Quem não pode fazer não promete.

domingo, 26 de setembro de 2010

Por um Brasil melhor


A busca por soluções para um mundo sustentável. O programa destaca iniciativas que já dão resultado e podem ser aplicadas no Brasil.

Praia do Dentista

Mais uma vez angra é notícia no jornal O Globo. E o pior não é a notícia em sí, mas sim os comentários dos leitores. Leitor do Jornal "O Globo" não é leitor de Jornal "A Cidade".
Eu estava no momento em que a lancha começou a pegar fogo, foi tudo muito rápido. Moro em Angra e não gosto de ler comentários ruins sobre a cidade. Mas os veículos de comunicação tornam público fatos. Infelizmente a chegada do órgão de socorro ao local demorou muito.
Guarda costeira? Uma pena no Brasil não ter. Talvez um helicoptero para os órgãos de socorro instalados no município já que tantas embarcações circulam pela região. Principalmente feriado e fim de semana.
Se houvesse alguém precisando de ajuda, certamente morreria.

Ontem na Praia do dentista:
where is the help?
Foto:Paulo Affonso Mainier

No litoral paulista o Corpo de bombeiros possui helicóptero, eles sobrevoam as praias e fazem resgates, principalmente nos fins de semana. Sempre viajo para o Guarujá e pude presenciar alguns resgates.

Ação do Corpo de Bombeiros no litoral paulista:


É lamentável morar numa cidade linda, 508 anos, e em relação a outras cidades do brasil, não oferece qualidade de vida aos munícipes e frequentadores.
O atraso é gritante!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

FITA - Festa Internacional de Teatro de Angra

Um dos maiores festivais de dramaturgia do Brasil, a Fita apresenta em Angra dos Reis 10 estreias de peças e dezenas de artistas consagrados


A partir de 25 de setembro até o dia 17 de outubro, Angra dos Reis não será conhecida apenas por suas belas ilhas paradisíacas. Neste período, a cidade será palco para a sétima edição da Festa Internacional de Teatro de Angra(Fita). Durante os 23 dias de maratona teatral serão apresentados 56 espetáculos, sendo 11 estreias. Grandes nomes do teatro brasileiro como Paulo José, Osmar Prado e Lília Cabral, entre vários outros, passarão pelos dois teatros montados à beira-mar e equipados com as melhores aparelhagens de som, luz e refrigeração especialmente para o evento.

Com capacidade para 1.500 pessoas, o Teatro Sesc receberá espetáculos grandiosos e consagrados pelo público e crítica como ‘Avenida Q’, ‘As Pontes de Madison’, ‘Colapso’, ‘A Farsa da Boa Preguiça’ e ‘Os Saltimbancos’, entre outros. Já no Teatro Transpetro, com capacidade para 500 pessoas, espetáculos mais intimistas como ‘Roliúde’, ‘Corte Seco’ e ‘Savana Glacial’, além de abrigar o público infantil que se divertirá com produções caprichadas e com o Teatro de Bonecos das melhores companhias do País.

QUALIDADE

“Nosso festival é feito do ponto de vista do público. Isso não quer dizer que a ideia seja buscar o caminho do popularesco. Pelo contrário, formamos plateia com espetáculos de qualidade, passando por todo tipo de encenação. O importante é que temos público para um espetáculo mais cabeça e para um espetáculo popular”, diz João Carlos Rabello, idealizador do evento. A exemplo do que aconteceu ano passado, quando o festival patrocinou a montagem de ‘Conchambranças de Quaderna’, dirigida por Inez Vianna, este ano a Fita ampliou a iniciativa e abriu inscrição para quem quisesse ter o seu espetáculo patrocinado.

Os dois selecionados foram ‘Gimba’, texto de Gianfrancesco Guarnieri e que traz Thaís Araújo, Antônio Pitanga, Silvio Guindane e grande elenco; e o infantil ‘Zé Vagão da roda fina e sua mãe Leopoldina’, com José Loretto e a Companhia Teatro Livro Aberto. “Como contrapartida para a cidade, montamos o ateliê de preparação de atores, voltado para os profissionais que são de Angra participarem das montagens patrocinadas. Levamos os melhores da área durante os dois meses de preparação”, conta João Rabello.

TEXTO DE JABOR

Entre as apresentações mais aguardadas para a Fita 2010 está a pré-estreia nacional do espetáculo ‘Eu te Amo’, escrito por Arnaldo Jabor, que marca a estreia dos cineastas Lirio Ferreira e Rosane Svartmann como diretores de teatro. A peça será encenada pelos atores André Gonçalves e Juliana Martins. Grande nome do teatro brasileiro, Paulo José volta à Fita e desta vez para estrear um espetáculo. Ele dirige as filhas Bel e Ana Kutner em ‘Histórias de amor líquido’, texto inspirado no livro de Zygmund Baumann.

Outra estreia nacional em palcos da Fita será ‘A Viagem de Pedro, o afortunado’, da Cia Epigenia, que comemora 10 anos e tem em seu currículo espetáculos como ‘Ariano’ e ‘Alzira Power’. Também farão a estreia nacional nos palcos da Fita os criadores do megassucesso ‘O Surto’, que agora divertem o público com a comédia-terror ‘O incrível segredo da mulher macaco’, com Rodrigo Fagundes e Wendell Bendelack no elenco. Dirigida por Rogério Blat e encenada por seu irmão Ricardo Blat, a comédia ‘O amor é lindo’ também estreará com o pé direito na Fita.

CEM MIL

João Carlos Rabello, idealizador da Festa Internacional de Teatro de Angra, ainda festeja a conquista, no início deste ano, do Prêmio de Cultura do Estado, na categoria teatro, consolidando ainda mais a cidade de Angra dos Reis como a “Cidade do Teatro”. Em 2009 a Fita recebeu um público de 93 mil pessoas. Este ano a meta é atingir a marca de 100 mil espectadores. “Nesses sete anos de festival já formamos uma plateia de jovens que assistiam aos espetáculos infantis e agora já assistem aos adultos”.

Fonte: O DIA ONLINE

Boas Idéias transformam cidades!

domingo, 19 de setembro de 2010

Aula de Fotografia - Fiocchi



Amanhã é folga para os alunos que foram segunda passada. De A a J. Pensando bem, Leo e Naty estavam na aula errada. Kkkkkk. Enfim, quem não foi segunda passada vai amanhã.

sábado, 18 de setembro de 2010

A publicidade é mesmo indispensável

O primeiro dia do ano em Angra começou assim


Pois é, nove meses se passaram e fica a pergunta no ar... como sera a chegada de 2011 em Angra?
Com recursos do Ministério do Turismo, a cidade terá seus principais atrativos turísticos divulgados em dois suplementos encartados em dois dos principais veículos impressos de circulação no país. Os cadernos especiais serão publicados no dia 2 de outubro, no jornal “O Globo”, e dia 5, no jornal “O Estado de São Paulo”. Saiba mais...
Angrenses acalmem-se, as boas perspectivas, que já eram grandes para o verão 2010-2011 em Angra, aumentam com a promoção desta campanha publicitária nos principais polos emissores de turistas para a cidade.

Portanto, o paraíso continua sendo aqui!

Chuva combina com filme e vice-versa

RECOMENDO


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Psicologia da Comunicação - Ted 1

De que forma as discussões dos textos e conteúdos (“Os perigos de tudo poder”, “O futebol dos mascarados” e “Na publicidade somos todos sedutores e seduzidos”/Jorge Forbes) contribuem para repensar a função da publicidade na pós modernidade? E, como a psicologia pode contribuir para "este novo lugar da publicidade".

O que acontece no mundo moderno é que com tanta tecnologia, conectividade, rapidez, as pessoas tem a necessidade de conquistar poder, status, ou como no twitter, “Follows”. Não basta ter, é preciso que todos saibam. As redes sociais retratam bem o momento em que vivemos.

Hoje não podemos generalizar, tratando-se de uma sociedade cada vez mais customizada, pessoas confundem-se com produtos. A identidade humana é dinâmica, algo que está em constante equilíbrio. Portanto é cada vez mais difícil se adequar a este público e estabelecer um perfil.

A publicidade na pós modernidade vem de todos os lados, todos fornecemos publicidade o tempo todo ilimitadamente. Já nas agências ela deve funcionar de forma concisa e hermética, bem humorada, surpreendente, inovadora e cautelosa, quanto a influenciar negativamente o público. Conhecimento cultural e ética contam.

A exposição na mídia desencadeia a sensação de tudo poder, trazendo a tona uma espécie de máscara, e isso, muitas vezes desencadeia uma crise. As pessoas se perdem, chega um determinado momento que não se identificam e nem sabem até onde vão seus limites. O psicanalista Jorge Forbes chama de “crise de identidade”.

Isso acontece porque a sensação de tudo poder predomina sobre todos os valores humanos. Valores esses que se perderam e durante o tempo foram esquecidos.
O Neymar é um ótimo exemplo disso, talentoso, bem sucedido, conhecido mundialmente, jovem, benquisto, inclusive entre as meninas. O que mais ele pode querer? Ele vem atravessando uma fase de “crise de identidade”. Perdeu os limites de respeito aos amigos, pais, torcedores e treinador. Seria a sensação de tudo poder?
É, pensando bem, não parece um menino da vila.

Posso citar também as aberrações de cirurgias plásticas feitas em séries, cresceu muito nos últimos anos, por exemplo, a Ângela Bismarchi. Afinal, qual é o princípio de responsabilidade de cada um?

Atravessamos um momento em que a oferta dos meios é muito maior do que a possibilidade de utilização. A cada dia torna-se mais evidente e preocupante, não só no futebol, mas em todos os segmentos.
É aí que entra a psicologia, num trabalho junto a todos os grupamentos que convivem com este fenômeno de mudança de status repentina. Do qual as equipes de futebol não são as únicas “contempladas”, somente as mais comentadas.

domingo, 12 de setembro de 2010

I Feel so Good Today



Domingo de sol em Angra dos Reis significa, para mim, repor todas as energias gastas durante uma semana intensa.
A natureza existente aqui me fascina de tal forma, que só de olhar me sinto bem, me sinto feliz, ganho o dia.

Acredite, paraíso existe!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

socialismo x CAPITALISMO (Produção em Hipermídia - Ted 1)


Imaginemos uma sociedade igualitária, com direitos e deveres iguais para todos, sem a exploração do homem pelo homem. O Estado passaria a proprietário das terras, da grande indústria e dos bancos.

Até que seria ótima uma sociedade sem desigualdades e sem classes sociais, como ditava o sistema socialista. Mas, e a tecnologia? O intercâmbio cultural? A pesquisa científica?

Se pensarmos nos homens das cavernas, há trinta e sete mil anos atrás, podemos nos basear no tempo em que levou um novo meio de comunicação a ser implantado posteriormente, as tábuas de argila, trinta anos após a linguagem primitiva. Comparado a internet, que levou apenas 4 anos para chegar ao número de cinquenta milhões de usuários, é um atraso inimaginável.

O fato é que durante a Guerra Fria , comunistas e capitalistas serviram-se dos meios de comunicação e de todas as formas de produção cultural para difundir seus ideais de vida em sociedade. Ou seja, com o avanço da tecnologia, a reprodução e o alcance das comunicações passaram a abranger virtualmente todo o planeta. Que desencadeou nesses 200 últimos anos mais novidades na área de comunicação, do que nos 360 séculos anteriores.

Mas se nada disso houvesse ocorrido não precisaríamos ir tão longe para sabermos como estariam atualmente os países socialistas. Em 1989 com a queda do Muro de Berlim as duas Alemanhas foram reunificadas. No começo da década de 1980, A falta de democracia, o atraso econômico e a crise nas repúblicas soviéticas acabaram por acelerar a crise do socialismo. O sistema foi se enfraquecendo. Era o fim de um período de embates políticos, ideológicos e militares.

O capitalismo vitorioso, aos poucos, iria sendo implantado nos países socialistas. Provando que as abordagens científica, militar e comercial do conceito capitalista, pensadas e postas em prática são as bases da comunicação moderna.
A internet hoje, nada mais é que uma criação cultural que usufrui serviço de informação e comunicação de alcance mundial.

Não fosse os EUA liderar uma forte política de combate ao comunismo em seu território e no mundo usando a fotografia, o cinema, a televisão, os jornais, as propagandas e até mesmo as histórias em quadrinhos. Desencadeando assim uma disputa ideológica com objetivo de mostrar ao mundo qual o sistema mais avançado. E o equilíbrio bélico entre as potências da Guerra Fria, inevitavelmente estaríamos em um atraso bastante significativo.

Basta imaginar uma vida sem internet, GPS, foto digital, nextel, urna eletrônica, pen drive, com filas gigantescas em bancos, escritórios lotados de papéis e pessoas completamente atoladas, atrasadas e desesperadas. Enfim, um caos total.

Contudo, a Guerra Fria foi o ponto principal para todo o avanço existente no mundo, em relação a tudo, arte, cultura, ciência, política e principalmente comunicação, ponto de partida da existência de todo ser vivo. Mesmo quem não gosta de tecnologia, não vive sem.